quinta-feira, 28 de junho de 2007

Tempos modernos.

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Domingo passado, ao chegar em casa, encontro minha mãe em frente ao computador ao som de Kings of Leon. Depois do boa tarde, ela veio com a informação: "Tu sabia que o Jose Gonzalez é sueco?". Impressão minha ou os papéis estão se invertendo? Pensando bem, o último disco do Fábio Jr. nem é tão ruim.

domingo, 24 de junho de 2007

O retorno.

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Novas fotos lá no flickr.

domingo, 17 de junho de 2007

Uma coisa leva a outra.

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Procurei por clichês no google. A idéia era achar aquelas imagens que são gravadas em clichês para serem reproduzidas milhares de vezes. Encontrei o http://www.westegg.com/cliche/, não era o que eu queria, mas pode ser interessante pra escritores/compositores.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Porque será?

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Um dia depois de ouvir uma ministra mandar o povo relaxar e gozar sobre a questão do apagão aéreo - péssima expressão por sinal - o cara tem que escutar o presidente falar isso. Lula desiste, por favor.

"Quem viaja muito o mundo às vezes volta decepcionado com a imagem que se cria do Brasil lá fora. Aliás, eu acho que o Brasil é o único país em que os brasileiros viajam para fora e falam mal do Brasil. Você não vê um suíço falar mal da Suíça, você não vê um italiano falar mal da Itália, mas os brasileiros adoram falar [mal]."

"Falar bem do Brasil depende só de nós. Reconhecer as coisas boas do Brasil e reconhecer também as coisas ruins do Brasil, depende só de nós. Para eleger o Cristo como uma das Maravilhas do mundo, nós não dependemos de ninguém, a não ser dos 190 milhões de brasileiros."

de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u304397.shtml

quarta-feira, 13 de junho de 2007

12 de junho lo-fi.

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Em tempos de grana curta, o presente dela foi a devolução de um controle pra abrir a garagem. O dele, um livro retirado na biblioteca com risco de multa caso ultrapasse a data de entrega. Numa cidade como Novo Hamburgo, onde as pessoas só frequentam restaurantes em datas comerciais, a solução foi um super cheddar do McDonald's. O melhor de tudo foi que a piada sobre a crise fez a noite render.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

7 de 7 campos.

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Coloquei a 7 na quinta.

Fiquei com receio porque a fase não era boa. A velha camisa vermelha com o escrito corsa me levou até o gigante. A partir do cachorro-quente do alemão, depois de ver 50 mil vermelhos, sabia que a noite era nossa. Já estive em decisões e nunca tinha visto atmosfera como aquela. Pra mim eram três noites em uma, já que a viagem fez com que eu comemorasse solitariamente as grandes conquistas do meu clube.

Antes do aquecimento, os Mexicanos aproveitaram pra tirar fotos da massa vermelha. Percebi que eles não iriam estragar a festa. Depois do apito inicial não demora pra acontecer o primeiro gol. De fato, os 90 minutos foram rápidos, sem nenhum problema. Com a mesma camisa e no mesmo lugar de onde vi o time de Fabiano Cachaça tocar 7 no Bragantino, vi o time de Pinga tocar 4 no Pachuca. Dessa vez valeu a taça. Também valeu comemorar dentro do campo, pra cumprir um sonho de piá.