terça-feira, 31 de julho de 2007

Saudade do meu sósia.

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segunda-feira, 30 de julho de 2007

Luto.

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http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL79920-7086,00.html

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Paguei pau.

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Dizem que quem tirou a foto foi o Woody Allen.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Uma nova esperança.

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Nesse final de semana aproveitei a chuva para locar alguns documentários que estavam na minha fila de filmes a serem vistos. Os escolhidos foram Super Size Me, Na Captura dos Friedmans e Edifíco Master.

Meu apego por junkie food sempre fez com que eu evitasse o Super Size Me, e pra ser sincero ele foi um dos que menos me empolgou. Nunca me interessei por documentários no estilo Michael Moore, e mesmo que considere ele um bom cineasta, fico imaginando algum gringo escutando as críticas do Mainardi ao Brasil, será que faria sentido pra ele? Claro que os EUA influênciam mais a nossa cultura do que nós a deles, mas mesmo assim sinto que o filme não aborda a minha realidade, embora tenha jantado uma salada.

Na Captura dos Friedmans me lembrou daquela série Morte na Escadaria, só que sem o suspense sensacionalista que faz o cara esperar o desfecho. Além disso, os arquivos pessoais dos Friedmans em Super-8 é fantástico e agrega muito a linguagem. Tudo isso é usado para questionar esse hábito de buscar culpados a qualquer custo. Tradição antiga que existe na nossa sociedade.

O representante brasileiro dessa vez fez bonito. Edifício Master, de Eduardo Coutinho, é um apanhado de entrevistas feitas em um condomínio de Copacabana ocupado por mais de quinhentas pessoas. Ao visitar cada apartamento, o diretor encontra a realidade de uma classe que não é miserável, mas está longe de ser rica. Essas figuras abrem seu coração ao falar do passado, amor e dinheiro. No final o que temos é Coutinho, que viveu trinta dias em um desses apartamentos, se deparando com a franqueza que só um vizinho conseguiria nos depoimentos.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Dundies Award.

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Depois de me deparar com a criação do Gui, o alemão de vermelho na foto, fui obrigado a postar essas imagens. O homenageado é o responsável pela informática. Rolou até roda de críticos com gola rolê para discutir a obra.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Não adianta chorar.

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Estive lendo no blog do Cavinato sobre o distúrbio de défit de atenção e percebi uma oportunidade em tudo isso. Com o emo core morto daqui há seis meses, a indústria da música abrirá uma nova brecha e é aí que entra o meu plano. Após a escolha de cinco caras de quinze anos, inventarei o DDA CORE. Se trata de um novo estilo onde não se existe música com mais de dois minutos. Os cabelos serão baseados no do Arnaldo Antunes, cortados pela metade pelo cabelereiro mais destraído da cidade. Há cada mês pelo menos um integrante sairá da banda, já que eles não conseguirão levar o projeto adiante. Por fim, eles vão esquecer as datas das turnês no estilo Axl Rose.

Tu dúvida que a garotinhas irão correr atrás desses caras com uma ritalina no bolso?