quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Além do vazio.

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Ontem a noite estacionei o meu carro no supermercado, tirei a chave da ignição e peguei minha carteira do porta-luvas. Minha intenção era comprar comida, nada além do que pudesse saciar minha fome naquela noite. Quando saio do veículo me deparo com um senhor que aparentava ter uns cinqüenta anos. Pela porta entreaberta do seu Corsa ele pergunta:

- Amigo, que ano é esse teu carro?

Percebo que temos o mesmo modelo de carro, um Corsa Classic da GM, mesmo assim respondo sem entender:

- 2005.

- E a quilometragem?

- Tá com cinqüenta ou sessenta mil.

- Dá uma olhada aqui no meu painel - diz satisfeito.

Me aproximo do carro e vejo o luminoso marcando quinze mil quilometros. E aí ele ainda mais satisfeito:

- Noventa e nove! É da minha mulher.

Depois de uma breve conversa na qual ele exalta a conservação do seu carro, a gente discute alguns aspectos do modelo. Observo que a versão 2005 veio com ajustes que valoriza e deixa o veículo mais confortável. Concorda que o espaço interno é excelente e que o motor poderia ser mais potente, mas faz algumas ressalvas quando o assunto é economia de combustível. Após quinze minutos de conversa de estacionamento vem o convite:

- Minha esposa fez uns bolinhos de bacalhau e acabei de comprar algumas latas de cerveja. Tu não quer jantar conosco?

Aceito o convite e meu novo amigo me guia até sua casa. Ao chegar sou recebido pela sua esposa, que se mostra interessada sobre as minhas opiniões sobre o modelo da General Motors. Após duas horas e muitos bolinho de bacalhau, me despeço e dirijo até minha casa no meu Corsa Classic.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

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Esses dias me dei conta que os caras aí de cima devem ser os únicos que podem desbancar John Lennon, Che Guevara e Elvis na lista de rostos mais conhecidos da cultura pop. Mesmo sem conhecer seus nomes, vejo uma grande importância na existência dessas figuas, afinal eles fazem parte da minha vida desde a primeira vez que abri um site de internet. Por tanto, se tiver alguma notícia de seus paradeiros, não pense duas vezes em me telefonar.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Regalito.

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Um presente pros poucos que ainda passam por aqui:

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Aumenta o retorno.

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No meio do caos aéreo brasileiro, pegar um avião em Porto Alegre para ver algumas bandas em São Paulo pode parecer loucura. Ao contrário do que eu poderia prever os aeroportos não atrapalharam. O grande problema foi a organização do Club Social Festival, que não se preocupa em cumprir os horários estabelecidos previamente. Pra mim é difícil imaginar um atraso de quatro horas em apresentações que acontecem em um domingo. Sendo assim, se o último show acabasse pelas 2h ou 3h, seria fácil embarcar em um vôo as 5h30 da manhã em Congonhas. Como diria o SNL: Great Idea Genius! Não só não consegui ver a principal atração, como tive que me contentar com uma apresentação cheia de problemas técnicos de uma das minha bandas favoritas. É duro ver esse tipo de consideração diante de 20 mil pessoas, já que mesmo pro cara de SP deve ter sido uma segunda-feira de sono. No final, fica claro que o que começou errado só pode acabar ainda pior. Como se não bastasse o cancelamento do show da Feist no início, terminei com uma nota falsa de 20 reais trocadas pelos vendedores oficiais de merchandising do evento. Valeu Tim!

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Pensamento do dia.

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Galvão Bueno é um dos maiores comediantes da atualidade.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

2 meses.

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Fazia tempo que não ficava tão satisfeito com as minhas fotos. Tô começando a colocar elas no flickr, fica ligado.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Velho novo.

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Escutar os discos do Foo Fighters e do Chilli Peppers sempre que eles forem lançados é a primeira regra para ser uma pessoa de bem. Isso não tem nada a ver com eles ter qualidade ou não, é uma questão de estar vivo. Afinal, esse tipo de acontecimento vira assunto de elevador, é como falar sobre o tempo com a velhinha que mora no andar em cima do teu. Como me preocupo em socializar e também tento acreditar que os caras das maiores bandas de rock da atualidade — eu disse maiores, não melhores — se importam não só com a grana, mas também com a qualidade do som que produzem recente parei pra ouvir o Echoes, Silence, Patience and Grace. O caso é que embora todos os lançamentos que vieram depois do The Colour and The Shape tenham passado por mim, nenhum deles conseguiu me emocionar. Com o Echoes está sendo um pouco diferente. As quatro primeiras músicas são grandes quebradeiras, puro rock. Esses sons me dão motivo para clicar no forward pra passar as baladinhas, estilo que o Dave Grohl insiste em fazer há tempos, que vêm na sequencia. Depois delas vêm um par de hits radiofônicos que satisfazem e muito os mais e menos exigentes. Isso tudo me faz pensar que esse não será apenas mais um disco da banda. A resposta virá daqui algumas semanas.

Um adendo ao post: não esqueci de mencionar o U2 como maior banda da atualidade. Na verdade, espero que provem que seja possível estar vivo e não conhecer todas músicas deles. Já que tu sempre vai ter no teu caminho um baile de formatura, um vizinho surdo ou uma matéria do fantástico em que vão colocar todos os últimos hits do Bono.

domingo, 23 de setembro de 2007

A outra parede.

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A Helena e eu ilustramos e a Grasi, lá da agência, produziu. Esse é o resultado:

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Aula de arte.

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Segunda foi dia de dar um fim a parede bege da agência.



terça-feira, 28 de agosto de 2007

Frase do dia.

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Novo Hamburgo seria uma merda se não fosse a praia.
- autor desconhecido

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

A ilha.

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Em Cuba é o nome do novo documentário do cineasta Felipe Lacerda. O cara invadiu o cotidiano de pessoas da ilha e, pelo que vi no blog, mostrou muito mais que a pobreza do lugar. Agora é ficar ligado no Canal Brasil ou conseguir uma cópia do filme.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Nada mais importa.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2007

O filme.

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Acabo de jogar no lixo o texto que fiz sobre Os Simpsons. O motivo é que ele não levava a lugar algum. Então pra ser direto: 10 motivos de porque gastar (ou não) 10 pilas pra ver uma animação que nem é em 3D?

1. O filme tem cenas em 3D que não adicionam absolutamente nada a história.
2. Como nas novas temporadas, eles abusam de temas atuais. A bola da vez foi o aquecimento global.
3. Cletus está lá.
4. McBain e Troy Mcclure foram substituídos por Governator e Tom Hanks.
5. Temos uma referência a um episodio clássico, o da garganta de springfield.
6. As celebridades aparecem pouco e não são a peça chave do desenho.
7. Não é um capítulo de uma hora e trinta, realmente virou um filme.
8. Há muita metalinguagem.
9. A voz do Lenny ainda é dublada pelo nordestino.
10. Pô, são 18 anos de série.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Saudade do meu sósia.

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segunda-feira, 30 de julho de 2007

Luto.

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http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL79920-7086,00.html

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Paguei pau.

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Dizem que quem tirou a foto foi o Woody Allen.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Uma nova esperança.

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Nesse final de semana aproveitei a chuva para locar alguns documentários que estavam na minha fila de filmes a serem vistos. Os escolhidos foram Super Size Me, Na Captura dos Friedmans e Edifíco Master.

Meu apego por junkie food sempre fez com que eu evitasse o Super Size Me, e pra ser sincero ele foi um dos que menos me empolgou. Nunca me interessei por documentários no estilo Michael Moore, e mesmo que considere ele um bom cineasta, fico imaginando algum gringo escutando as críticas do Mainardi ao Brasil, será que faria sentido pra ele? Claro que os EUA influênciam mais a nossa cultura do que nós a deles, mas mesmo assim sinto que o filme não aborda a minha realidade, embora tenha jantado uma salada.

Na Captura dos Friedmans me lembrou daquela série Morte na Escadaria, só que sem o suspense sensacionalista que faz o cara esperar o desfecho. Além disso, os arquivos pessoais dos Friedmans em Super-8 é fantástico e agrega muito a linguagem. Tudo isso é usado para questionar esse hábito de buscar culpados a qualquer custo. Tradição antiga que existe na nossa sociedade.

O representante brasileiro dessa vez fez bonito. Edifício Master, de Eduardo Coutinho, é um apanhado de entrevistas feitas em um condomínio de Copacabana ocupado por mais de quinhentas pessoas. Ao visitar cada apartamento, o diretor encontra a realidade de uma classe que não é miserável, mas está longe de ser rica. Essas figuras abrem seu coração ao falar do passado, amor e dinheiro. No final o que temos é Coutinho, que viveu trinta dias em um desses apartamentos, se deparando com a franqueza que só um vizinho conseguiria nos depoimentos.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Dundies Award.

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Depois de me deparar com a criação do Gui, o alemão de vermelho na foto, fui obrigado a postar essas imagens. O homenageado é o responsável pela informática. Rolou até roda de críticos com gola rolê para discutir a obra.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Não adianta chorar.

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Estive lendo no blog do Cavinato sobre o distúrbio de défit de atenção e percebi uma oportunidade em tudo isso. Com o emo core morto daqui há seis meses, a indústria da música abrirá uma nova brecha e é aí que entra o meu plano. Após a escolha de cinco caras de quinze anos, inventarei o DDA CORE. Se trata de um novo estilo onde não se existe música com mais de dois minutos. Os cabelos serão baseados no do Arnaldo Antunes, cortados pela metade pelo cabelereiro mais destraído da cidade. Há cada mês pelo menos um integrante sairá da banda, já que eles não conseguirão levar o projeto adiante. Por fim, eles vão esquecer as datas das turnês no estilo Axl Rose.

Tu dúvida que a garotinhas irão correr atrás desses caras com uma ritalina no bolso?

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Tempos modernos.

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Domingo passado, ao chegar em casa, encontro minha mãe em frente ao computador ao som de Kings of Leon. Depois do boa tarde, ela veio com a informação: "Tu sabia que o Jose Gonzalez é sueco?". Impressão minha ou os papéis estão se invertendo? Pensando bem, o último disco do Fábio Jr. nem é tão ruim.

domingo, 24 de junho de 2007

O retorno.

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Novas fotos lá no flickr.

domingo, 17 de junho de 2007

Uma coisa leva a outra.

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Procurei por clichês no google. A idéia era achar aquelas imagens que são gravadas em clichês para serem reproduzidas milhares de vezes. Encontrei o http://www.westegg.com/cliche/, não era o que eu queria, mas pode ser interessante pra escritores/compositores.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Porque será?

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Um dia depois de ouvir uma ministra mandar o povo relaxar e gozar sobre a questão do apagão aéreo - péssima expressão por sinal - o cara tem que escutar o presidente falar isso. Lula desiste, por favor.

"Quem viaja muito o mundo às vezes volta decepcionado com a imagem que se cria do Brasil lá fora. Aliás, eu acho que o Brasil é o único país em que os brasileiros viajam para fora e falam mal do Brasil. Você não vê um suíço falar mal da Suíça, você não vê um italiano falar mal da Itália, mas os brasileiros adoram falar [mal]."

"Falar bem do Brasil depende só de nós. Reconhecer as coisas boas do Brasil e reconhecer também as coisas ruins do Brasil, depende só de nós. Para eleger o Cristo como uma das Maravilhas do mundo, nós não dependemos de ninguém, a não ser dos 190 milhões de brasileiros."

de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u304397.shtml

quarta-feira, 13 de junho de 2007

12 de junho lo-fi.

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Em tempos de grana curta, o presente dela foi a devolução de um controle pra abrir a garagem. O dele, um livro retirado na biblioteca com risco de multa caso ultrapasse a data de entrega. Numa cidade como Novo Hamburgo, onde as pessoas só frequentam restaurantes em datas comerciais, a solução foi um super cheddar do McDonald's. O melhor de tudo foi que a piada sobre a crise fez a noite render.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

7 de 7 campos.

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Coloquei a 7 na quinta.

Fiquei com receio porque a fase não era boa. A velha camisa vermelha com o escrito corsa me levou até o gigante. A partir do cachorro-quente do alemão, depois de ver 50 mil vermelhos, sabia que a noite era nossa. Já estive em decisões e nunca tinha visto atmosfera como aquela. Pra mim eram três noites em uma, já que a viagem fez com que eu comemorasse solitariamente as grandes conquistas do meu clube.

Antes do aquecimento, os Mexicanos aproveitaram pra tirar fotos da massa vermelha. Percebi que eles não iriam estragar a festa. Depois do apito inicial não demora pra acontecer o primeiro gol. De fato, os 90 minutos foram rápidos, sem nenhum problema. Com a mesma camisa e no mesmo lugar de onde vi o time de Fabiano Cachaça tocar 7 no Bragantino, vi o time de Pinga tocar 4 no Pachuca. Dessa vez valeu a taça. Também valeu comemorar dentro do campo, pra cumprir um sonho de piá.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Conclusão.

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Não acredito em aniversários.

Brincando de país sério.

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O título poderia ser: "Quem vive em um país onde não se sabe votar, tem que se contentar com 20 litros de gasolina mais barato."

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Cinema Brasilis.

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Quero largar meu preconceito contra o cinema verde-amarelo.
Assisti alguns filmes pelo canal brasil, mas está difícil achar um que valha a pena. Por isso peço para que os interessados no assunto deixem susgestões ali nos comentários. Tem alguns clichês que eu não gostaria de ver, por tanto, leia os exemplos antes de qualquer coisa:

- Antônio Fagundes.
- Pobreza e favelas no Rio de Janeiro.
- Fotografia de novela da Globo.
- Filmes falando de como é difícil fazer filmes no Brasil.
- Pornochanchadas.
- Qualquer um que tenha o trailer narrado pelo cara que diz: "Daniel, Xuxa Menegel, Renato Aragão e grande elenco."
- Atores com sotaque extremamente gaúcho, carioca ou nordestino.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Autobahn.

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Ontem assisti pela segunda vez Edukators. O filme não é novo, mas depois de ter visto Metropolis, de Fritz Lang, alguns aspectos vieram à tona. Para mim o país de origem não é o único ponto em comum das duas produções. Na realidade, me parece que o segundo não existiria sem o primeiro. Em 1927, Lang previa que no ano de 2027 o trabalhador do subsolo iria se rebelar contra as máquinas que erguem a cidade. Apesar de tudo, Metropolis não propõe uma sociedade governada pela classe operária, ele apenas sugere um debate entre a classe dominante e o proletariado. Já os educadores, como o próprio filme cita, estão longe de ser Robin Hoods modernos. Eles querem que o dono da cidade pense: será que já não tenho dinheiro demais? O que pode parecer uma conversa boba sobre o nosso atual regime capitalista, ganha estrutura com os bons argumentos apresentados pelo empresário sequestrado. Segundo ele, a ambição acompanha o homem. No momento em que casou pensou em dar uma boa vida para mulher, depois de ter filhos, quis educa-los nas melhores escolas. Foi aí que começou a se dedicar ao trabalho de 14 horas por dia. Alguém pode culpa-lo? Mais do que rebeldia, Edukators apresenta o diálogo proposto em 1927.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Pra ser sincero.

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Ando como técnico em final de campeonato. Na beira do gramado, aceno pro juiz pedindo o final da onda electro rock. Isso já foi longe demais, ou melhor, já deu o que não tinha pra dar.

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Observação de Páscoa II. (Manifesto)

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Peço a todos que tem mais de 1,75 metros de altura para que não se abaixem ao passar pela seção de chocolates nessa época do ano. Custará alguns galos, mas tenho certeza que o prejuízo gerado com a quebra dos produtos trará mais espaço para nossas cabeças no ano que vem.

Observação de Páscoa.

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Conversando com o pessoal da sala, percebi que em toda a minha vida nunca paguei por um Ferrero Rocher e nem por isso deixei de consumir centenas deles. Como eu não frequento as festas do Comendador e tenho medo de zepellin, não entendo de onde surgem os bombons.

segunda-feira, 2 de abril de 2007

O que veio primeiro, o Santoro ou o Darín?

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Sou mais o Nueve Reinas.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Peça pelo número.

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Bacana essa onda de chamar os filmes por números. Ontem a noite fui ao cinema ver 300, na hora de comprar os ingressos, já que estava acompanhado, fiquei com vontade de pedir 600. Também foi legal encontrar alguns amigos que aguardavam pelo início de 23. No final, me pergunto se a continuação de Caixa Dois se chamaria Caixa Três. Quanta boludes.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Detalhe.

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Acabo de receber minha carteirinha de sócio do glorioso. Lá tá escrito: CAMPEÃO DO MUNDO :D

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

A lugar algum.

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Em Apocalypto, Mel Gibson acerta em cheio ao contar o início de carreira do maior jogador do mundo. O drama vivido por Ronaldinho Gaúcho quando perde seu pai e a motivação para entrar para o time dos azuis fazem do filme uma bela lição de vida.

Agora sério, não entendo como ainda não tenham criado um programa de criação de roteiros para o Mel Gibson. É muito fácil, basta escolher as duas variáveis:

1. Parente a ser vingado: Pai, filho ou esposa. Poderia vingar o cachorro ou cunhado, mas acho que não ficaria crível.

2. Período histórico: Aí tu pode pirar. Só não vale usar os pré-colombianos, o Vietnã e a revolução escocesa.

Depois o programa faz a sua parte e enrola o espectador até a luta final, onde todos os capangas já foram mortos e só resta o vilão. O nosso personagem principal vai tomar uma ruim, mas logo depois, com as suas últimas forças, lembra do ente querido e dá o golpe de misericórdia no rival. Tudo isso em câmara lenta.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Minha parte.

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O Leonardo postou no blog uma matéria do Aurélio Decker onde ele conta sobre a nova tramóia inventada pelos queridos vereadores de Novo Hamburgo, a capital nacional do xis-salada.

E aí em baixo tá o e-mail que eu mandei pra cambada, leia e faça a sua parte:

To: drpeteffi@camaranh.rs.gov.br, itoluciano@camaranh.rs.gov.br, soli-silva@camaranh.rs.gov.br, maria-mayer@camaranh.rs.gov.br, antonio-lucas@camaranh.rs.gov.br, renan-schaurich@camaranh.rs.gov.br, carina-alves@camaranh.rs.gov.br, teotassolo-reichert@camaranh.rs.gov.br

Excelentíssimos Senhores Vereadores,

Venho por meio deste elogiar a aprovação de lei que dará o direito a três assessores a cada um de vocês. Não tenho dúvida que manter Novo Hamburgo como uma das cidades mais seguras, com mais incentivos a cultura (já que isso aqui é um pólo cultural, não é mesmo?) e como modelo de saúde para todo estado deva dar muito trabalho. Fiquem seguros que não é pelo salário, e sim, pelo orgulho de trabalhar ao lado de gente descente, que me faz ficar a disposição de vocês para as futuras contratações.


Saudações,
Vinícius da Cunha

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Série Pintores do Século.

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Achei no site da Revista Piauí um link que fala dos primeiros anos de fotografia do Cartier-Bresson.
P.S.: Tinha visto a foto aí de cima na exposição de Porto Alegre e também em alguns sites. Acreditem ou não, eu sempre fiquei reparando no enquadramento e na sombra projetada ali na água e nunca naquele cartaz colado na parede. Incrível.

Novas Fotos.

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Coloquei no www.flickr.com/photos/noshermanos fotos do Aparados da Serra e de todo o trabalho que foi chegar até lá.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Ah, eu sou gaúcho.

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Olhei o J. A. por quinze minutos e percebi duas coisas insuportáveis no jornalismo gaúcho. A primeira delas é a cor da Cristina Ranzolin, ela é o nosso Michael Jackson invertido. A segunda é o Paulo Britto, será que ninguém da RBS percebeu o desânimo em que ele se encontra? Ver ele na TV me fez tão mal quanto ver o clipe de Hurt, do Johnny Cash, num daqueles sábados a noite em que tu fica sozinho em casa.

Silício, nostalgia e cotidiano.

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Ao saber do lançamento do Windows Vista perguntei a um colega o que mudava na nova versão, até então tinha lido que o PC iniciava em um piscar de olhos e logo imaginei que ela seria mais ágil. Doce engano, óbvio que pra ti usar o sistema operacional tu precisa de um PC ainda mais apelo. O que é estranho, já que a Apple consegue fazer o seu Mac OS ficar cada vez mais leve e rápido, ou seja, se tu tem um G3 da pré-história vale a pena tu instalar o sistema do momento para ganhar um pouco de velocidade. Tô errado?

Essa análise entre as duas empresas me despertou uma série de pensamentos sobre a teoria da devolução, e é por isso que o melhor celular já inventado ilustra esse texto. Não lembro bem o ano, mas acho que foi em 99 ou 2000 que eu ganhei esse aparelho. Era o segundo mais moderno a venda nas lojas, tinha agenda para muitos números, o famoso jogo Snake (não quero me gabar mas meu recorde era 1400), toques engraçados, além de enviar e receber mensagens de texto. Não era muito fino nem leve, mas tu conseguia empunha-lo sem problemas. Naquele tempo eu não imaginava que meu celular em 2007 teria câmera de vídeo, foto, tela colorida, jogos em 3D e mais um milhão recursos que eu nunca vou usar. Porém, na hora de ligar pra um amigo a tecnologia vai por água a baixo, o telefone fica mudo, a ligação não completa ou cai toda hora. Além do mais, as interfaces da Motorola estão cada vez piores, tem universidade abrindo curso de 4 anos só pro cara conseguir programar o despertador. Já troquei três vezes de telefone. Já usei Nokia e Motorola. Tim e Claro. Até agora nenhum teve o desempenho do 5110 e ainda por cima não funcionou no Itaimbezinho, como dizia no anúncio que li na Zero Hora.

Caso dois, esse é pra irritar ainda mais. Um dia acordo e abro o UIN 27902730 do ICQ, depois de horas percebo que as pessoas sumiram, uma alma entra e me explica, todos haviam migrado, o Messenger estava abafando. Me pergunto porque abandonar um programa que só nos trouxe alegria, tá certo que algumas versões andavam pesadas, mas é pra tanto? Custei a aderir, mas fui morto no cansaço. O programa era lento e a vantagem era porra da fotinho ali do lado, fora isso tu tinha que fazer uma conta no hotmail e virar corinho do Bill Gates. Sei que não é hora de reclamar, a final, uso o programa há anos. O problema é que não faz muito tempo que um amigo me deu uma notícia: "tu viu que agora o Windows Live Messenger manda mensagens para quem está offline?". Tchê, o ICQ fazia isso desde 1996, o que custa o programador do MSN roubar essa brilhante idéia em vez de te deixar falando sozinho com os teus contatos?

Moral: pra que mudar?

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Sai e busca.

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Se tu fosse músico e no teu país os termômetros estivessem marcando 15 graus abaixo de zero, o que tu faria? Eu descolaria uma turnê em um país da america latina pra aproveitar o verão. É pra fugir do inverno norueguês que o ex-Kings of Convenience, Erlend Øye, passa por Porto Alegre na próxima terça-feira. O problema é que ele não sabe que nesse período todas as pessoas estão em Cidreira e que vai ter trabalho pra lotar o Instituto Goethe, vamos ver se o preço de 20 pilas ajuda o cara.

85.

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Sabe aqueles refrigerantes diet que mudam o nome e no final das contas acabam com mesmo gosto horrível de adoçante? Com esse blog é a mesma coisa. O nome mudou, mas o layout mixuruca e as banalidades continuam iguais.